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Nós, os mais velhos, bombardeados todos os dias  com notícias funestas, podemos recordar Epicuro de Samos, (341 a.C. –270 a.C.) o filósofo da Grécia Antiga que mostrou (e praticou) a felicidade.

Para Epicuro só importa o tempo presente - é necessário vivê-lo intensamente.

A doutrina de Epicuro é terapêutica (pharmakon) e parte de quatro premissas( tetrapharmakon):

1ª - Não temer os deuses - eles não se preocupam com os homens.

2ª - Não temer a morte – a morte é a ausência de sensações e, por isso, só é dolorosa se a trouxermos para o nosso presente.

3ª - Evitar a dor, combatendo-a com a recordação dos momentos felizes.

4ª - A felicidade é possível. Como? Procurando os prazeres que são fáceis de satisfazer e não "perturbam".

É claro que tudo isto é mais fácil de dizer do que fazer. Mas, entretanto… vamos pensando; e tentando.

Nota: por acaso gosto de "prazeres perturbadores" mas lá vou lendo a "Carta sobre a felicidade (a Meneceu)" e fazendo um aggiornamento das ideias do velhote.  

  

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